Praticamente todas as histórias que envolvem super-heróis ou seres humanos dotados de alguma habilidade extraordinária, estas sempre são recheadas de mistérios e segredos para evitar que, meros mortais como nós, não lançam teias, não voam com uma capa, transformam-sem em baldes de gelo ou em uma águia, descubram que aquele cara que te salvou de um grande monstro com tentáculos (by Cardoso) era apenas o estagiário de fotográfo jornalístico ou um repórter de um jornal de bairro.
Mas a grande verdade é que quando você descobre que nem toda mulher é a Gisele Itiê (desculpa Gra =]) ou que nem todo chefe é o Lula - que se você dormir em serviço, ele nem vai notar, a decepção sempre é grande. E foi isso que aconteceu comigo ao ler esta notícia.
Porém, você pode dizer: "ah, mas todo político é corrupto, se aproveita do erário para uso em benefício próprio e dos seus", sou obrigado a concordar - em parte - com esse pensamento. Mas daí a ter isso como a única verdade, seria um exagero demasiado.
Não sou o que se poderia chamar de "exemplo nacional", pois todos temos o nosso dia de colocar em prática a Lei de Gerson ou de ser mais um representante do, mundialmente famoso, jeitinho brasileiro de ser. E não me orgulho disso.
Apesar de não ser "o exemplo" de honestidade requerido pela sociedade bufona, sou exigente com o comportamento dos ditos "representantes do povo" e, por isso, ao ler que o Fernando Gabeira teve um comportamento padrão dos componentes do Senado Federal, me deixou chateado.
Não que ele seja, pra mim, o melhor exemplo político e de honestidade, longe disso. Mas me restava uma certa dúvida, uma esperança de que no "mais do mesmo" daquele samba do crioulo doido, haveria nele algo diferente, um quê de "patinho feio" da política nacional.
Sim, podemos escorregar, cair e levantar (bebendo ou não). Mas quando eleitos, escolhidos por refletir os anseios e carências de uma comunidade, população ou nação, este tipo de desvio não é assim tão simples de digerir.
Mas o reconhecimento do erro já é um começo.
E querer corrigí-lo, o faz merecedor de uma nova chance.
Como síndico do meu prédio.
Talvez.
Favor enviar CV com referências.
Quarta-feira, 22 de Abril de 2009
Domingo, 12 de Abril de 2009
Tardes de domingo
Foi se o tempo que as tardes de domingo eram, para mim, sinônimos de rotina esportiva, idas e vindas ao Parque Mascarenhas de Moraes ou no Parque Marinha do Brasil para disputar partidas de basquete (sim, meu esporte com bola predileto) que, por muitas vezes, pareciam as finais da NBA.
O tempo foi passando, o esporte ficando de lado, a barriga crescendo, o cabelo caindo e as tardes de domingo tomando um significado de início de semana e tudo o que isso, na vida adulta, representa.
Eram tempos tranquilos aqueles. De festas na Crocodillu´s, no CESGAPA (acho que é assim que se escreve, mas é aquele que fica em Canoas) e nos Gondoleiros, com suas festas Porky´s e Buga-Uga.
Cabelos abundavam, mas a minha beleza atual foi lapidada ao longo dos tempos e, naquela época, eu era apenas mais um garoto comum. O que me colocava na condição de "se der mole, eu pego".
Lembro-me que na minha infância, o que diferenciava os dias da semana, era apenas o fato de ter ou não aula. Afinal, todo dia era dia para brincar, pular muros, roubar mangas, goiabas, tudo no melhor estilo Chico Bento de ser, mas no Ceará.
Ah...se eu pudesse voltar no tempo...
Com certeza cometeria muito mais erros dos que cometi até agora.
E faria da Finasterida, parte da minha dieta.
Daí, poderia encenar a Paixão de Cristo.
O tempo foi passando, o esporte ficando de lado, a barriga crescendo, o cabelo caindo e as tardes de domingo tomando um significado de início de semana e tudo o que isso, na vida adulta, representa.
Eram tempos tranquilos aqueles. De festas na Crocodillu´s, no CESGAPA (acho que é assim que se escreve, mas é aquele que fica em Canoas) e nos Gondoleiros, com suas festas Porky´s e Buga-Uga.
Cabelos abundavam, mas a minha beleza atual foi lapidada ao longo dos tempos e, naquela época, eu era apenas mais um garoto comum. O que me colocava na condição de "se der mole, eu pego".
Lembro-me que na minha infância, o que diferenciava os dias da semana, era apenas o fato de ter ou não aula. Afinal, todo dia era dia para brincar, pular muros, roubar mangas, goiabas, tudo no melhor estilo Chico Bento de ser, mas no Ceará.
Ah...se eu pudesse voltar no tempo...
Com certeza cometeria muito mais erros dos que cometi até agora.
E faria da Finasterida, parte da minha dieta.
Daí, poderia encenar a Paixão de Cristo.
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Sexta-feira, 20 de Março de 2009
Teclado de loira
Assim fica fácil!
Teclado para loiras
Em breve, nos salões de beleza, xópin center e no centro popular de compras, o Camelódromo.
Dica do Matias, pelo Twitter
Teclado para loiras
Em breve, nos salões de beleza, xópin center e no centro popular de compras, o Camelódromo.
Dica do Matias, pelo Twitter
Liquida Peruano.
Domingo de chuva e sol. Como têm sido os últimos domingos em Porto Alegre.
E por causa da falta de critério climático, tivemos que adiar o passeio matinal na Redenção, como normalmente acontece, que é o que nos possibilita, ainda, viver em um mundo sem Emos e suas variantes.
Mas, como todo portoalegrense que se preze, domingo e passeio no parque são coisas dissociáveis, e partimos para mais uma aventura no zoológico da Redenção.
Mas não aquele que tem macaco, arara, pavão. Fomos para aquele que é o que se pode chamar de "zoológico retirante": ora está no arco dos Expedicionários, ora na Lima e Silva e adjacências.
Mas o fato é outro. Ou melhor, o que mais chamou a atenção foi outra etnia: os peruanos.
Existem aqui em Porto Alegre, vários e vários grupos de peruanos (ou colômbianos, bolivianos, essa galera da Cordilheira do Andes, Titicaca e arredores), que fazem seus shows em praça pública, enfeitados como pavão no acasalamento, cantando suas músicas regionais ou adaptações de grandes sucessos no ritmo deles, que não sei o nome (esse fenômeno acontece muito no norte-nordeste do Brasil: tudo vira forró).
Sempre os via ora no centro, ora na Redenção, mas sempre com a impressão de que eram SEMPRE os mesmos, tendo vista a semelhança entre eles e a minha dificuldade de notar alguma diferença, da mesma forma que tenho em saber, em uma roda de amigos gremistas, qual o mais chato: o Hahn ou o Rodrigão.
E percebendo essa avalanche de peruanos, a Grazi, do alto de sua extrema capacidade de expressar sentimentos nem sempre perceptíveis a olhos nus, tasca:
- Nossa. Acho que tá rolando um "Liquida Peruano" por aqui!
hahahahahahahahahhahahahahahahahaha
Caráleo...não conseguia parar de rir depois dessa sentença!
[Abre Parênteses] Pra quem não conhece o que é o Liquida: em Porto Alegre, todos os anos, ocorre uma liquidação geral no comércio da cidade, com a adesão da grande maioria dos comerciantes, que é chamado de "Liquida Porto Alegre". E com isso, há uma invasão de consumidores às lojas. Claro que, nem todos os lugares onde se pratica o comércio, se consegue consumir algo com até 70% de desconto. Esse, por exemplo, não participa. [Fecha parênteses]
Depois dessa frase, comecei a olhar ao meu redor e analisar - a partir da ótica do "liquida" - e pude perceber uma coisa: ninguém tá comprando emos.
Pelo menos na Redenção, pois o estoque por lá tava alto.
E deve aumentar...
E por causa da falta de critério climático, tivemos que adiar o passeio matinal na Redenção, como normalmente acontece, que é o que nos possibilita, ainda, viver em um mundo sem Emos e suas variantes.
Mas, como todo portoalegrense que se preze, domingo e passeio no parque são coisas dissociáveis, e partimos para mais uma aventura no zoológico da Redenção.
Mas não aquele que tem macaco, arara, pavão. Fomos para aquele que é o que se pode chamar de "zoológico retirante": ora está no arco dos Expedicionários, ora na Lima e Silva e adjacências.
Mas o fato é outro. Ou melhor, o que mais chamou a atenção foi outra etnia: os peruanos.
Existem aqui em Porto Alegre, vários e vários grupos de peruanos (ou colômbianos, bolivianos, essa galera da Cordilheira do Andes, Titicaca e arredores), que fazem seus shows em praça pública, enfeitados como pavão no acasalamento, cantando suas músicas regionais ou adaptações de grandes sucessos no ritmo deles, que não sei o nome (esse fenômeno acontece muito no norte-nordeste do Brasil: tudo vira forró).
Sempre os via ora no centro, ora na Redenção, mas sempre com a impressão de que eram SEMPRE os mesmos, tendo vista a semelhança entre eles e a minha dificuldade de notar alguma diferença, da mesma forma que tenho em saber, em uma roda de amigos gremistas, qual o mais chato: o Hahn ou o Rodrigão.
E percebendo essa avalanche de peruanos, a Grazi, do alto de sua extrema capacidade de expressar sentimentos nem sempre perceptíveis a olhos nus, tasca:
- Nossa. Acho que tá rolando um "Liquida Peruano" por aqui!
hahahahahahahahahhahahahahahahahaha
Caráleo...não conseguia parar de rir depois dessa sentença!
[Abre Parênteses] Pra quem não conhece o que é o Liquida: em Porto Alegre, todos os anos, ocorre uma liquidação geral no comércio da cidade, com a adesão da grande maioria dos comerciantes, que é chamado de "Liquida Porto Alegre". E com isso, há uma invasão de consumidores às lojas. Claro que, nem todos os lugares onde se pratica o comércio, se consegue consumir algo com até 70% de desconto. Esse, por exemplo, não participa. [Fecha parênteses]
Depois dessa frase, comecei a olhar ao meu redor e analisar - a partir da ótica do "liquida" - e pude perceber uma coisa: ninguém tá comprando emos.
Pelo menos na Redenção, pois o estoque por lá tava alto.
E deve aumentar...
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Quinta-feira, 19 de Março de 2009
Direto do túnel do tempo...
Vadiando pela web, achei essa vídeo que nos trás uma noção do que era considerado "alta tecnologia" no início da década de 80.
Um primor de vídeo!
E é tão antigo, tão antigo, que nessa época o Fernando Vanucci não tomava vinho.
Só Grapette, dizem as más línguas...
Um primor de vídeo!
E é tão antigo, tão antigo, que nessa época o Fernando Vanucci não tomava vinho.
Só Grapette, dizem as más línguas...
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Terça-feira, 10 de Março de 2009
Preconceito ou seria "síndrome do pânico generalizado'?
Que a violência faz parte da rotina de qualquer habitante deste planenta, não é segredo pra ninguém.
Tamanha verdade que, ao avistar alguém - dentro dos seus conceitos pré-estabelecidos, ou seja, preconceito mesmo - suspeito por qualquer que seja sua característica, rapidamente já pensa no plano B de fuga ou pensa se a cueca que se está usando é aquela segurada em caso de "perda total", o famoso "cagaço".
Pois para ilustrar o que digo acima, esse cara fez um teste muito massa pra descobrir como anda o preconceito com quem usa meia calça na cabeça.
Fonte: recebido por e-mail.
Muito, muito bom.
É a vida moderna e seus reflexos.
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